Livro Pantanal Território Criativo
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
O estudo inédito é fruto de um acúmulo de pesquisas realizadas pelo pesquisador referência em economia criativa, Dr. Adrian...
Os pesquisadores, Dr. Adriano Pereira de Castro Pacheco e Dr. Elcio Gustavo Benini, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, publicaram um impor...
Considerado o primeiro estudo setorial em perspectiva relacional sobre a temática da Economia Criativa na cidade Campo Grande, o relatór...
Por um Brasil Criativo: significados, desafios e perspectivas da Economia Criativa brasileira reúne contribuições de pesquisadores de várias universidades e centros de pesquisa. Mas não se resume somente a uma coletânea acadêmica competente. O volume traz ainda a contribuição de atores de processos que envolvem a Economia Criativa no país. Com isso, o leitor é convidado a refletir sobre o saber que se constitui a partir do trabalho de vários teóricos e acerca de experiências já testadas ou em estágio de processo e crítica.
Organização: Claudia Leitão e Ana Flávia Machado
Indicadores Culturais para o Desenvolvimento
UNESCO
Trabalho artístico e técnico na indústria cultural [recurso eletrônico] / organização Liliana R.P. Segnini,
Maria Noel Bulloni; tradução Marisa Shirasuna; textos Maria Aparecida Alves et. al. – São Paulo :
Itaú Cultural, 2016.
Boletim do Observatório de Economia Criativa da UFRGS que apresenta proposta de acompanhamento periódico da evolução conjuntural do mercado de trabalho da Economia da Cultura e da Economia Criativa e também compara-os com a evolução do Mercado de Trabalho Geral. Os boletins sistematizam informações, dados e indicadores, bem como análises conjunturais para subsidiar órgãos e instituições públicas e privadas para ações relacionadas à Economia da Cultura e Economia Criativa.
Este documento fue elaborado en el marco del convenio de cooperación entre la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) y la Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación,
la Ciencia y la Cultura (OEI). Es parte del proyecto conjunto “Contribución de la Cultura en el Desarrollo Económico en Iberoamérica”, financiado por la OEI
Políticas culturais no governo Dilma / Antonio Albino Canelas Rubim,
Alexandre Barbalho, Lia Calabre, Organizadores. – Salvador: EDUFBA, 2015.
281 p. : il. – (Coleção Cult)
Organizadores: Antonio Albino Canelas Rubim, Alexandre Barbalho Lia Calabre
Economia criativa : implicações e desafios para a política externa
brasileira / Mariana Gonçalves Madeira. – Brasília : FUNAG, 2014.
RELATÓRIO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA
GRUPO DE TRABALHO CULTURA VIVA
Trabalho organizado pelos professores Xavier Greffe e Emiko Kakiuchi . Contribuições teóricas e empíricas de Walter Santagata, Klaus R. Kunzmann e Ana Carla Fonseca sobre cultura, economia criativa e cidades.
Políticas culturais no Brasil / organização Antonio Albino Canelas
Rubim e Alexandre Barbalho. —Salvador : edufba, 2007.
Organização: Lia Calabre
Cultura viva : as práticas de pontos e pontões / organizador: Frederico Augusto Barbosa da Silva.-- 2. ed., rev. e ampl. – Brasília:
Ipea, 2014.
PANORAMA GERAL DO SEGMENTO DO DESIGN NO BRASIL.
A carteira de Economia Criativa tem como prioridade atuar com os segmentos de design, audiovisual,
artes visuais, música, games, softwares, comunicação e startups, buscando definir diretrizes, metodologias,
disseminar e fomentar as boas práticas, gerar e disseminar conhecimento, coordenar e produzir pesquisas,
estudos e publicações para criar um ambiente favorável de ações junto aos empreendedores e empresários de
pequenos negócios criativos.
O design atravessa os elos da cadeia de valor correspondente ao artesanato, indústria e serviços, como ferramenta
de melhorias, bem como, na economia criativa, o design tem sua relevância por se tratar de empresas
e profissionais que fazem a gestão dos empreendimentos. Diante disso, faz-se necessário um estudo mais
focado, envolvendo o design no contexto da economia criativa.
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
Arranjos produtivos locais e desenvolvimento/Organizadores: Carlos Wagner de A. Oliveira, José Augusto V. Costa, Gabriela Maretto Figueiredo, Alessandra Ribeiro de Moraes, Ricardo Batista Carneiro, Iedo Brito da Silva, Organizadores - Rio de Janeiro: Ipea, 2017.
Digulgação de opuntunidades para pequenas negócios, compreendendo o audiovisual e suas conexões com o Turismo.
SEBRAE
Na quase totalidade de sua obra o notável economista e ex-ministro da Cultura, Celso Furtado, exaltou a criatividade da nação brasileira como ativo estratégico para o surgimento de um novo modelo de desenvolvimento econômico, sustentável, inclusivo e endógeno. A trajetória analítica deste trabalho recorreu à revisão bibliográfica para destacar as contribuições teóricas de Celso Furtado acerca das potencialidades advindas de uma nova economia, intensiva em criatividade. Por sua vez, os recortes do pensamento furtadiano constituem um instrumento poderoso e atual para (re)pensar as estratégias de superação do subdesenvolvimento do país.
Autores: Adriano Pereira de Castro Pacheco e Elcio Gustavo Benini
Revista de Economia Política, vol. 38, nº 2 (151), pp. 324-337, abril-junho/2018
Seminário Internacional de Economia Criativa para o desenvolvimento territorial, realizado pelo Conselho Nacional de Cultura e Artes.
Programa Cultura Viva tornou-se, nos últimos anos, uma importante política cultural de desenvolvimento local. A implementação da ação do Ponto de Cultura no estado de Mato Grosso do Sul representou um avanço significativo no fomento às iniciativas voltadas à economia da cultura e solidariedade. Várias organizações, hoje certificadas pelo Programa Pontos de Cultura, desenvolvem ações para inclusão produtiva e formação profissional, transferindo tecnologia social e de gestão aos participantes dos projetos, garantindo mecanismos que asseguram a autonomia de produção e do desenvolvimento através da participação e autogestão coletiva. Deste modo, este trabalho busca estabelecer uma análise da política pública do Programa Cultura Viva, tendo como objeto o Ponto de Cultura Moinho Cultural Sul-Americano, desenvolvido pela organização não governamental Instituto Homem Pantaneiro no município de Corumbá – Mato Grosso do Sul. Por último, uma breve análise sobre a importância da iniciativa popular e suas tecnologias utilizadas para tornar a autogestão uma alternativa real para superar o sistema capitalista através da adequação sociotécnica dos seus participantes.
Autor: Adriano Pereira de Castro Pacheco
Revista: Bahia anál. dados, Salvador, v. 22, n. 4, p.653-664, out./dez. 2012
O Marco da UNESCO para Estatísticas Culturais (FCS) de 2009 é um esforço colaborativo entre o Instituto de Estatística da UNESCO (UIS) e o Setor de Cultura da UNESCO. Baseado em Quadro de Estatísticas Culturais de 1986, esta versão revisada do programa cultural da metodologia estatística leva em conta novos conceitos que surgiram desde 1986 no campo da cultura, incluindo aqueles relacionados às novas tecnologias - que têm influenciado a cultura e as formas como é acessada - patrimônio intangível, e práticas e políticas culturais em evolução.
Publicação de UNESCO Institute for Statistics (UIS)
Desejável Mundo Novo: vida sustentável, diversa e criativa em 2042
Autora: Lala Deheinzelin
1ª edição
São Paulo - SP (2012)
Edição: Claudia Deheinzelin
Claudia Leitão, Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, fala sobre o papel do órgão recém-...
Mini doc sobre Economia Criativa e Sustentabilidade produzido pelo Estúdio Anadarco (http://www.anadarco.com.br). São Paulo, 2014. *...
TV UniCesumar Publicado em 13 de mar de 2018
No vídeo, Ana Carla Fonseca, da Garimpo Produções, apresenta suas reflexões sobre a Economia Criativa e a Economia da Cult...