Livro Pantanal Território Criativo
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
O estudo inédito é fruto de um acúmulo de pesquisas realizadas pelo pesquisador referência em economia criativa, Dr. Adrian...
Os pesquisadores, Dr. Adriano Pereira de Castro Pacheco e Dr. Elcio Gustavo Benini, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, publicaram um impor...
Considerado o primeiro estudo setorial em perspectiva relacional sobre a temática da Economia Criativa na cidade Campo Grande, o relatór...
Cultura viva : avaliação do programa arte educação e cidadania / Frederico A. Barbosa da Silva, Herton
Ellery Araújo: organizadores.- Brasília : Ipea, 2010.
Relatório da Economia Criativa do Distrito Federal
Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa
Relatório parcial de pesquisa - FASE 1
Panorama da Economia Criativa no Brasil
Organização: João Maria de Oliveira
Bruno Cesar de Araujo
Leandro Valério Silva
Texto para discussão / Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada.- Brasília : Rio de Janeiro : Ipea , 1990-
Relatório de Economia Criativa: Uma opção de desenvolvimento viável.
A série Relatório de Economia Criativa é o resultado da parceria entre a Unctad e a Unidade Especial para Cooperação Sul-Sul da Pnud. Esses relatórios voltados a políticas são o principal resultado do projeto de cooperação técnica “Fortalecendo a Economia Criativa para o Desenvolvimento”, um empreendimento conjunto coordenado por Edna dos Santos-Duisenberg, chefe do programa de economia criativa da Unctad, e Francisco Simplício, Chefe da divisão de gestão de conhecimento e operações da Unidade Especial para Cooperação Sul-Sul da Pnud.
Publicação: UNDP / Unctad
Caderno de Inovação
Inovação nas indústrias criativas
Caderno 21 - Maio 2016
FGV EAESP - Fórum de Inovação
Desejável Mundo Novo: vida sustentável, diversa e criativa em 2042
Autora: Lala Deheinzelin
1ª edição
São Paulo - SP (2012)
Edição: Claudia Deheinzelin
Políticas culturais no Brasil / organização Antonio Albino Canelas
Rubim e Alexandre Barbalho. —Salvador : edufba, 2007.
A CONVENIÊNCIA DA CULTURA: USOS DA CULTURA NA ERA GLOBAL
TODAS AS LETRAS I, volume 8, n.1, 2006
Resenha: Vanderlei J. Zacchi
Seminário Internacional de Economia Criativa para o desenvolvimento territorial, realizado pelo Conselho Nacional de Cultura e Artes.
Indicadores Culturais para o Desenvolvimento
UNESCO
Este artigo analisa os principais discursos dos organismos internacionais dedicados ao desenvolvimento de plataformas de gestão e organização da Indústria e Economia Criativa (EC) bem como suas influências na agenda global de formulação de políticas públicas. O artigo traz à baila a temática de uma nova economia intensiva em criatividade e seus transbordamentos estratégicos com a inovação, com a sustentabilidade e com a diversidade cultural. Por meio da Análise de Discurso (AD) da escola francesa, buscou-se caracterizar as diferentes abordagens adotadas por esses organismos, especificamente a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Identificadas as principais caraterísticas de cada relatório – dimensão setorial da indústria, os efeitos de sentido e as condições de produção do discurso da Economia Criativa em cada organismo –, procedeu-se à comparação dos documentos com o Plano Brasil Criativo, do Ministério da Cultura. Os resultados apontam para o desenvolvimento de um constructo multidimensional de instrumentos para a gestão estatal da EC – apoiados em ativos simbólicos específicos e singulares de cada país – conferindo à UNCTAD e à Unesco posição de vanguarda e influência na elaboração de políticas públicas para o setor criativo, inclusive no contexto Brasil. As discussões em torno das transações de ativos intangíveis e simbólicos contribuem, ainda, na geração de novos insights para a organização setorial da Economia Criativa nacional.
Publicado na Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional v. 14, n. 5 (2018)
RELATÓRIO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA
GRUPO DE TRABALHO CULTURA VIVA
O novo Relatório Global da UNESCO, intitulado “Re | pensar as políticas culturais”, é uma ferramenta inestimável para a implementação da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das
Expressões Culturais de 2005. Essa Convenção, atualmente ratificada por 146 Partes, incluindo a União Europeia, orienta os esforços da UNESCO para consolidar as capacidades de criação, produção e disseminação de atividades, bens e serviços culturais. A Organização proporciona aos Estados o apoio necessário para que exerçam o seu direito soberano de implementar políticas públicas para o desenvolvimento de
setores de indústrias culturais e criativas que sejam fortes e dinâmicos. Com isso, a UNESCO está comprometida com o desenvolvimento de políticas públicas mais efetivas e sustentáveis nessas áreas.
Guia para elaboração de Modelos de Negócio
Qué países están midiendo el impacto de las industrias creativas y culturales en sus economías? Este informe se suma al esfuerzo del Banco Interamericano de Desarrollo (BID) para visibilizar el impacto de la Economía Naranja a través de la recopilación de los datos más recientes disponibles sobre las industrias culturales y creativas. El informe explora datos de los indicadores recientes de veinticuatro de países de América Latina y el Caribe e incluye recomendaciones para el levantamiento y la importancia de una sistemática medición. El BID espera que al poner en evidencia la diversidad de datos y sus respectivas metodologías los gobiernos puedan dar prioridad a la importancia de encontrar una metodología sistemática para la recopilación de los mismos. El poder seguir articulando el potencial de la Economía Naranja a través de datos confiables nos ayudará a seguir demostrando la capacidad de esta como generadora de empleo, de riquezas y de impacto social.
NOTA TÉCNICA
Nº IDB-TN-01488
Agosto 2018
A ECONOMIA CRIATIVA: UM GUIA INTRODUTÓRIO
por John Newbigin
Série Economia Criativa e Cultural
Observatório Iberoamericano do Direito Autoral
Publicado pela British Council
Este livro é parte de um processo amplo de reflexão sobre as cidades criativas e reúne o conhecimento resultante de projeto de pesquisa em andamento na Universidade Feevale, intitulado Cidades Criativas e
Turismo: análise das dinâmicas de produção e consumo turístico e seu reflexo no desenvolvimento, que teve fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, contemplado na Chamada 43/2013 – Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, processo Nº 408841/2013-3. Contou com a parceria de equipe de pesquisadores de três instituições de ensino superior brasileiras, a saber: a Universidade Feevale (Dra. Mary Sandra Guerra Ashton), a Universidade Federal de Viçosa – UFV (Dr. Magnus Luiz Emmendoerfer) e a Universidade de São Paulo – USP (Dr. Edegar Luis Tomazzoni), além de outros pesquisadores e acadêmicos bolsistas de iniciação científica.
Universidade Feevale, RS, Brasil
A publicação busca estabelecer os eixos estratégicos de atuação para o atendimento
do Sistema Sebrae na economia criativa, contribuindo para a
sustentabilidade e o fortalecimento dos empreendimentos criativos
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
Licenciada sob Creative Commons
PANORAMA GERAL DO SEGMENTO DO DESIGN NO BRASIL.
A carteira de Economia Criativa tem como prioridade atuar com os segmentos de design, audiovisual,
artes visuais, música, games, softwares, comunicação e startups, buscando definir diretrizes, metodologias,
disseminar e fomentar as boas práticas, gerar e disseminar conhecimento, coordenar e produzir pesquisas,
estudos e publicações para criar um ambiente favorável de ações junto aos empreendedores e empresários de
pequenos negócios criativos.
O design atravessa os elos da cadeia de valor correspondente ao artesanato, indústria e serviços, como ferramenta
de melhorias, bem como, na economia criativa, o design tem sua relevância por se tratar de empresas
e profissionais que fazem a gestão dos empreendimentos. Diante disso, faz-se necessário um estudo mais
focado, envolvendo o design no contexto da economia criativa.
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
BASE CONCEITUAL DO ARTESANATO BRASILEIRO
Programa Artesanato Brasileiro
O poder da economia criativa | Fabrício Saad
Mini doc sobre Economia Criativa e Sustentabilidade produzido pelo Estúdio Anadarco (http://www.anadarco.com.br). São Paulo, 2014. *...
A análise do impacto econômico da cultura implica em esforços qualitativos e quantitativos para compreender quais esferas da socie...
O programa Capital Natural dessa semana falou sobre a economia da cultura e sua importância para o desenvolvimento sustentável, alé...