Livro Pantanal Território Criativo
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
O estudo inédito é fruto de um acúmulo de pesquisas realizadas pelo pesquisador referência em economia criativa, Dr. Adrian...
Os pesquisadores, Dr. Adriano Pereira de Castro Pacheco e Dr. Elcio Gustavo Benini, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, publicaram um impor...
Considerado o primeiro estudo setorial em perspectiva relacional sobre a temática da Economia Criativa na cidade Campo Grande, o relatór...
A Economia Criativa tem sido apresentada como a estratégia de desenvolvimento mais significativa da ultima década. A referida economia, intensiva em criatividade, caracteriza-se pela produção de bens e serviços simbólicos e artísticos cujo consumo apoia-se no patrimônio cultural e natural da localidade onde é prospectada. Objetivando caracterizar este cenário em organizações intensivas em símbolos, o presente artigo lançou mão da análise de conteúdo para identificar o avanço dessa nova agenda socioeconômica junto à Rede MS de Pontos de Cultura. Os resultados mostram que os Pontos podem figurar nichos produtivos com potencialidades reais no fortalecimento da Economia Criativa do estado uma vez que as organizações investigadas atuam em diferentes setores e lançam mão da contribuição do Turismo para escoar sua produção, incentivando relações que fortalecem a dinâmica econômica de ambos os setores
Este livro é parte de um processo amplo de reflexão sobre as cidades criativas e reúne o conhecimento resultante de projeto de pesquisa em andamento na Universidade Feevale, intitulado Cidades Criativas e
Turismo: análise das dinâmicas de produção e consumo turístico e seu reflexo no desenvolvimento, que teve fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, contemplado na Chamada 43/2013 – Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, processo Nº 408841/2013-3. Contou com a parceria de equipe de pesquisadores de três instituições de ensino superior brasileiras, a saber: a Universidade Feevale (Dra. Mary Sandra Guerra Ashton), a Universidade Federal de Viçosa – UFV (Dr. Magnus Luiz Emmendoerfer) e a Universidade de São Paulo – USP (Dr. Edegar Luis Tomazzoni), além de outros pesquisadores e acadêmicos bolsistas de iniciação científica.
Universidade Feevale, RS, Brasil
Políticas culturais no governo Dilma / Antonio Albino Canelas Rubim,
Alexandre Barbalho, Lia Calabre, Organizadores. – Salvador: EDUFBA, 2015.
281 p. : il. – (Coleção Cult)
Organizadores: Antonio Albino Canelas Rubim, Alexandre Barbalho Lia Calabre
Marcas, patentes, copyrights...
O que os empreendedores criativos precisam saber?
Esta cartilha é fruto do Termo de Cooperação entre o Ministério da Cultura e a Universidade de Brasília.
Trabalho organizado pelos professores Xavier Greffe e Emiko Kakiuchi . Contribuições teóricas e empíricas de Walter Santagata, Klaus R. Kunzmann e Ana Carla Fonseca sobre cultura, economia criativa e cidades.
Digulgação de opuntunidades para pequenas negócios, compreendendo o audiovisual e suas conexões com o Turismo.
SEBRAE
A GEOGRAFIA DAS ECONOMIAS CRIATIVAS E DE ALTA TECNOLOGIA DO REINO UNIDO
Organização: Hasan Bakhshi, John Davies, Alan Freeman and Peter Higgs
A CONVENIÊNCIA DA CULTURA: USOS DA CULTURA NA ERA GLOBAL
TODAS AS LETRAS I, volume 8, n.1, 2006
Resenha: Vanderlei J. Zacchi
MAPEAMENTO DA INDÚSTRIA CRIATIVA NO BRASIL - 2016
PUBLICAÇÕES SISTEMA FIRJAN - PESQUISAS E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS
SISTEMA FIRJAN
Publicação da Organização dos Estados Inter-americanos (OIE) e CEPAL
O presente artigo propõe a análise do Programa Cultura Viva, a partir do eixo estruturante dos Pontos de Cultura, como estratégia governamental de gestão compartilhada capaz de dinamizar o surgimento de clusters ou territórios da Economia Criativa. Para isso, recorreu-se a revisão literária da Economia e Indústria Criativas e análise dos dados de implementação da política pública desenvolvida pelo Ministério da Cultura e articulada por organizações não-governamentais. Os resultados revelam que os Pontos de Cultura desenvolvem atividades em pelo menos um dos grupos da Indústria Criativa brasileira, segundo modelo proposto pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento - UNCTAD, o que permite vislumbrar oportunidades reais de fortalecimento da Indústria Criativa nacional a partir da estrutura funcional apresentada pelo Programa.
Autores: Adriano Pereira de Castro Pacheco e Elcio Gustavo Benini
Revista: Políticas Culturais em Revista, 1(8), p. 121-135, 2015
Manual Metodológico - INDICADORES UNESCO DE CULTURA PARA EL DESARROLLO
Publicado en 2014 por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura, 7, place de Fontenoy, 75352 París 07 SP, Francia
Boletim do Observatório de Economia Criativa da UFRGS que apresenta proposta de acompanhamento periódico da evolução conjuntural do mercado de trabalho da Economia da Cultura e da Economia Criativa e também compara-os com a evolução do Mercado de Trabalho Geral. Os boletins sistematizam informações, dados e indicadores, bem como análises conjunturais para subsidiar órgãos e instituições públicas e privadas para ações relacionadas à Economia da Cultura e Economia Criativa.
Seminário Internacional de Economia Criativa para o desenvolvimento territorial, realizado pelo Conselho Nacional de Cultura e Artes.
BASE CONCEITUAL DO ARTESANATO BRASILEIRO
Programa Artesanato Brasileiro
Este artigo analisa os principais discursos dos organismos internacionais dedicados ao desenvolvimento de plataformas de gestão e organização da Indústria e Economia Criativa (EC) bem como suas influências na agenda global de formulação de políticas públicas. O artigo traz à baila a temática de uma nova economia intensiva em criatividade e seus transbordamentos estratégicos com a inovação, com a sustentabilidade e com a diversidade cultural. Por meio da Análise de Discurso (AD) da escola francesa, buscou-se caracterizar as diferentes abordagens adotadas por esses organismos, especificamente a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Identificadas as principais caraterísticas de cada relatório – dimensão setorial da indústria, os efeitos de sentido e as condições de produção do discurso da Economia Criativa em cada organismo –, procedeu-se à comparação dos documentos com o Plano Brasil Criativo, do Ministério da Cultura. Os resultados apontam para o desenvolvimento de um constructo multidimensional de instrumentos para a gestão estatal da EC – apoiados em ativos simbólicos específicos e singulares de cada país – conferindo à UNCTAD e à Unesco posição de vanguarda e influência na elaboração de políticas públicas para o setor criativo, inclusive no contexto Brasil. As discussões em torno das transações de ativos intangíveis e simbólicos contribuem, ainda, na geração de novos insights para a organização setorial da Economia Criativa nacional.
Publicado na Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional v. 14, n. 5 (2018)
Panorama da Economia Criativa no Brasil
Organização: João Maria de Oliveira
Bruno Cesar de Araujo
Leandro Valério Silva
Texto para discussão / Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada.- Brasília : Rio de Janeiro : Ipea , 1990-
ECONOMIA COLABORATIVA
A emergência de uma sociedade pós-capitalista
ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS
Centro de Estudos de Sustentabilidade
Numero 96
Guia do Empreendedor Criativo
O Ministério da Cultura (MinC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) firmaram
acordo de cooperação cujo objetivo é a realização conjunta de projetos e ações nos seguintes eixos de atuação:
Gestão do Conhecimento para o Fortalecimento dos Segmentos e Territórios de Atuação da Economia Criativa
– produzir, sistematizar e difundir informações dos segmentos e territórios da economia criativa brasileira;
Formação em Gestão Empresarial e Qualificação Técnica de Profissionais e Empreendedores Criativos –
desenvolver ações de capacitação e qualificação profissional em competências na área de gestão de negócios
e empreendimentos, por meio da elaboração de conteúdos e metodologias, realização de cursos, seminários,
publicações, tais como o Guia do Empreendedor Criativo; e Promoção e Difusão de Empreendimentos e Negócios
– ampliar oportunidades de negócios para os empreendimentos criativos, possibilitando o acesso a diferentes
canais de promoção, distribuição e comercialização de bens e serviços. Tendo os empreendedores criativos
como público-alvo preferencial, este material sinaliza os primeiros passos no sentido de fornecer informações
relevantes acerca do universo da economia criativa
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
Unidade de Gestão Estratégica e Cultura Empreendedora
A publicação busca estabelecer os eixos estratégicos de atuação para o atendimento
do Sistema Sebrae na economia criativa, contribuindo para a
sustentabilidade e o fortalecimento dos empreendimentos criativos
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
Licenciada sob Creative Commons
O que é uma startup? E investidor anjo? Entenda esse novo empreendimento. Ela não é um empreedimento que só pode acontecer...
Matéria exibida em 04/04/2018 no Jornal União Brasil falando sobre o artesanato que tem movimentado a Economia do País e garantid...
TV UniCesumar Publicado em 13 de mar de 2018
Ponto de Entrevista - 23/08/2018 Você sabe o que é Economia Criativa? Que tal quando vários pequenos empreendedores criativos se j...