Pesquisador sul-mato-grossense debate economia criativa em seminário internacional da Fundação Casa de Rui Barbosa
AFundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, realiza, entre os dias 25 e 2...
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Observatório Pantanal Criativo nasce com foco em pesquisa, inovação, cultura e desenvolvimento territorial Mato Grosso do Sul...
"Pantanal Território Criativo": panorama relacional da economia dos bens simbólicos a partir do artesanato sul-mato-grossense...
O estudo inédito é fruto de um acúmulo de pesquisas realizadas pelo pesquisador referência em economia criativa, Dr. Adrian...
O presente artigo aborda a Economia Criativa e sua estrutura organizacional capaz de prospectar relações de desenvolvimento mútuo com outros setores da economia, à exemplo do Turismo. Objetiva descrever e analisar a relação entre a Economia Criativa e o Turismo local buscando entender as características desse ambiente em relação ao ciclo criativo da produção e consumo.
Autores: Adriano Pereira de Castro Pacheco, Elcio Gustavo Benini e Milton Augusto Pasquotto Mariani
Revista: Estudios y Perspectivas en Turismo - Volumen 26 (2017) pp. 678 – 697
Panorama da Economia Criativa no Brasil
Organização: João Maria de Oliveira
Bruno Cesar de Araujo
Leandro Valério Silva
Texto para discussão / Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada.- Brasília : Rio de Janeiro : Ipea , 1990-
Cultura viva : as práticas de pontos e pontões / organizador: Frederico Augusto Barbosa da Silva.-- 2. ed., rev. e ampl. – Brasília:
Ipea, 2014.
Este relatório tem três funções principais. É comissionado pelo British Council em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) como parte do Programa de Desenvolvimento e Engajamento Profissional Newton no Brasil. O foco no Brasil é apoiar os empreendedores criativos e desenvolver os mecanismos que estimulem uma Economia Criativa mais diversificada, inclusiva e confiante. É um dos seis programas de Newton entregues pelo British Council. Este programa é moldado pelas demandas e prioridades de desenvolvimento das partes interessadas do país, com o objetivo de apoiar o ambiente de pesquisa e possibilitar um ótimo impacto da pesquisa. O programa tem o benefício adicional de criar relacionamentos entre provedores de habilidades com conhecimento e compreensão dos ecossistemas de pesquisa e inovação do Reino Unido e das partes interessadas dos países parceiros.
Seminário Internacional de Economia Criativa para o desenvolvimento territorial, realizado pelo Conselho Nacional de Cultura e Artes.
RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DA ECONOMIA CRIATIVA
A Economia Criativa: teoria e prática na elaboração de políticas culturais (The creative economy: theory and practice in the making of cultural policy), conferência de abertura proferida pelo Prof. David Throsby.
Encontro realizado pelo Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC), no mês de novembro de 2015 em Salvador.
A CONVENIÊNCIA DA CULTURA: USOS DA CULTURA NA ERA GLOBAL
TODAS AS LETRAS I, volume 8, n.1, 2006
Resenha: Vanderlei J. Zacchi
O presente artigo propõe a análise do Programa Cultura Viva, a partir do eixo estruturante dos Pontos de Cultura, como estratégia governamental de gestão compartilhada capaz de dinamizar o surgimento de clusters ou territórios da Economia Criativa. Para isso, recorreu-se a revisão literária da Economia e Indústria Criativas e análise dos dados de implementação da política pública desenvolvida pelo Ministério da Cultura e articulada por organizações não-governamentais. Os resultados revelam que os Pontos de Cultura desenvolvem atividades em pelo menos um dos grupos da Indústria Criativa brasileira, segundo modelo proposto pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento - UNCTAD, o que permite vislumbrar oportunidades reais de fortalecimento da Indústria Criativa nacional a partir da estrutura funcional apresentada pelo Programa.
Autores: Adriano Pereira de Castro Pacheco e Elcio Gustavo Benini
Revista: Políticas Culturais em Revista, 1(8), p. 121-135, 2015
Políticas culturais no Brasil / organização Antonio Albino Canelas
Rubim e Alexandre Barbalho. —Salvador : edufba, 2007.
Este artigo analisa os principais discursos dos organismos internacionais dedicados ao desenvolvimento de plataformas de gestão e organização da Indústria e Economia Criativa (EC) bem como suas influências na agenda global de formulação de políticas públicas. O artigo traz à baila a temática de uma nova economia intensiva em criatividade e seus transbordamentos estratégicos com a inovação, com a sustentabilidade e com a diversidade cultural. Por meio da Análise de Discurso (AD) da escola francesa, buscou-se caracterizar as diferentes abordagens adotadas por esses organismos, especificamente a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Identificadas as principais caraterísticas de cada relatório – dimensão setorial da indústria, os efeitos de sentido e as condições de produção do discurso da Economia Criativa em cada organismo –, procedeu-se à comparação dos documentos com o Plano Brasil Criativo, do Ministério da Cultura. Os resultados apontam para o desenvolvimento de um constructo multidimensional de instrumentos para a gestão estatal da EC – apoiados em ativos simbólicos específicos e singulares de cada país – conferindo à UNCTAD e à Unesco posição de vanguarda e influência na elaboração de políticas públicas para o setor criativo, inclusive no contexto Brasil. As discussões em torno das transações de ativos intangíveis e simbólicos contribuem, ainda, na geração de novos insights para a organização setorial da Economia Criativa nacional.
Publicado na Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional v. 14, n. 5 (2018)
Economia criativa : implicações e desafios para a política externa
brasileira / Mariana Gonçalves Madeira. – Brasília : FUNAG, 2014.
British Council Unidade de Economia Criativa
Série Investigando Políticas
Publicado pelo British Council
Indústria Criativa
Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil - 2012
Sistema Firjan
Guia do Empreendedor Criativo
O Ministério da Cultura (MinC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) firmaram
acordo de cooperação cujo objetivo é a realização conjunta de projetos e ações nos seguintes eixos de atuação:
Gestão do Conhecimento para o Fortalecimento dos Segmentos e Territórios de Atuação da Economia Criativa
– produzir, sistematizar e difundir informações dos segmentos e territórios da economia criativa brasileira;
Formação em Gestão Empresarial e Qualificação Técnica de Profissionais e Empreendedores Criativos –
desenvolver ações de capacitação e qualificação profissional em competências na área de gestão de negócios
e empreendimentos, por meio da elaboração de conteúdos e metodologias, realização de cursos, seminários,
publicações, tais como o Guia do Empreendedor Criativo; e Promoção e Difusão de Empreendimentos e Negócios
– ampliar oportunidades de negócios para os empreendimentos criativos, possibilitando o acesso a diferentes
canais de promoção, distribuição e comercialização de bens e serviços. Tendo os empreendedores criativos
como público-alvo preferencial, este material sinaliza os primeiros passos no sentido de fornecer informações
relevantes acerca do universo da economia criativa
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae
Unidade de Gestão Estratégica e Cultura Empreendedora
Relatório técnico-científico sobre a economia criativa e solidária no contexto das iniciativas da cidade de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul
Desejável Mundo Novo: vida sustentável, diversa e criativa em 2042
Autora: Lala Deheinzelin
1ª edição
São Paulo - SP (2012)
Edição: Claudia Deheinzelin
Digulgação de opuntunidades para pequenas negócios, compreendendo o audiovisual e suas conexões com o Turismo.
SEBRAE
Livro: Culture, Creativity and Cities
Edited by Emiko Kakiuchi
National Graduate Institute for Policy Studies, Tokyo
Xavier Greffe
University Paris 1 Pantheon Sorbonne
Organização: Lia Calabre
Na quase totalidade de sua obra o notável economista e ex-ministro da Cultura, Celso Furtado, exaltou a criatividade da nação brasileira como ativo estratégico para o surgimento de um novo modelo de desenvolvimento econômico, sustentável, inclusivo e endógeno. A trajetória analítica deste trabalho recorreu à revisão bibliográfica para destacar as contribuições teóricas de Celso Furtado acerca das potencialidades advindas de uma nova economia, intensiva em criatividade. Por sua vez, os recortes do pensamento furtadiano constituem um instrumento poderoso e atual para (re)pensar as estratégias de superação do subdesenvolvimento do país.
Autores: Adriano Pereira de Castro Pacheco e Elcio Gustavo Benini
Revista de Economia Política, vol. 38, nº 2 (151), pp. 324-337, abril-junho/2018
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No vídeo, o Alfredo Bertini, secretário do Audiovisual no Ministério da Cultura, apresenta sua visão sobre o mercado, cons...